A verdadeira liberdade

“A liberdade não consiste em fazer o que se quer, mas em querer o que se faz, quer dizer, em assumir a responsabilidade dos seus atos. Um homem não é autenticamente homem senão quando assume a responsabilidade da sua vida. A verdadeira liberdade consiste na capacidade de enfrentar a morte, não necessariamente a morte final, definitiva, mas essa morte cotidiana exigida pela justiça, a verdade, a liberdade. Não é possível, ao mesmo tempo, dar-se e reservar-se para si. Quando alguém se dá verdadeiramente, quando se compromete a fundo com os outros, é evidente que isso faz sofrer, pede verdadeiros sacrifícios. É preciso saber morrer a si mesmo, porque se é, sobretudo, escravo de si mesmo, desse “querer-viver” que levamos nas entranhas. Cristo é o modelo de homem livre: preferiu morrer a negar-se. Ele é a testemunha da liberdade eterna de Deus.”

François Varillon em Alegria de crer e de viver

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