Ação, não elucubração

“Apolo não só tinha habilidade para relacionar ideias religiosas com conceitos filosóficos como também este era seu objetivo. Paulo considerava isso uma perda de tempo. Ele anunciava Jesus crucificado como exemplo do autêntico homem (1Cor 2,15) e não via necessidade de nenhuma explanação especulativa. Dava maior importância à evidência do poder da graça transformadora em sua vida e na dos outros. Em suma, sua pregação era consciente e deliberadamente um estímulo à ação, não alimento para elucubração.”

Jerome Murphy-O’Connor em Paulo de Tarso: história de um apóstolo

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