Morrer por uma religião

“Morrer por uma religião é mais simples que vivê-la na plenitude; batalhar em Éfeso contra as feras é menos duro (milhares de mártires obscuros o fizeram) que ser Paulo, servo de Jesus Cristo; um ato é menos do que todas as horas de um homem. A batalha e a glória são facilidades; mais árdua que a empreitada de Napoleão foi a de Raskolnikov.”

Jorge Luis Borges em O Aleph

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