Uma igreja sem serviçais

“Olho para minha Jerusalém e vejo, com tristeza, gente que perdeu a visão do lava-pés. Gente que passou a buscar lenitivo para sua melancolia em cinema, televisão, festas, shoppings, happy-hours, viagens de trabalho, turismo, estudos, novos cargos, concursos etc. É claro que não há nada de errado com essas atividades em si mesmas. Porém, quando elas se transformam nas principais fontes de segurança, conforto psicológico, propósito, significado ou identidade, tornam-se anti-matéria da ordem sacerdotal do lava-pés.”

Rubem Amorese em Fábrica de Missionários

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